Adesivos que liberam o remédio aos poucos na corrente sanguínea têm várias vantagens.
Usar a pele para tomar remédios tem várias vantagens. O medicamento não precisa ser concentrado, como em vacinas, e não detona o estômago, como algumas pílulas fazem. A técnica ainda resolve o esquecimento, pois o adesivo libera o remédio aos poucos na corrente sanguínea e você não precisa ficar lembrando de tomar pílulas diariamente. O problema é que alguns medicamentos não atravessam a pele facilmente. Mas isso pode ser resolvido com um pouco de tecnologia. Em janeiro, nos EUA, foi aprovado um adesivo eletrônico para enxaqueca, o Zecuity. E uma equipe no MIT testa outra versão hi-tech, com ultrassom, para aumentar a absorção de insulina. Já pensou se cola?
Fonte: Superinteressante
Veja também
Dispositivo do Google pode ajudar a curar o câncer 18/Mar/201518/03/15há 11 anos Quarta-feira, 18 de Março de 201518/03/2015O Google entrou com um pedido de patente na Organização Mundial de Propriedade Intelectual (WIPO) para um dispositivo para usar no braço.A tecnologia chamada de Nanoparticle Phoresis é descrita como um dispositivo “capaz de modificar ou destruir um ou mais alvos no sangue que podem prejudicar a saúde”, o que inclui enzimas, hormônios, proteínas, células e outras moléculas. A tecnologia busca a mudança física ou química das substâncias invasoras através da......
Tire Suas Dúvidas sobre o Câncer de Mama13/Out/201413/10/14há 11 anos Segunda-feira, 13 de Outubro de 201413/10/20141. O que é câncer de mama? O câncer de mama é um tumor maligno que ocorre nas mamas. Apesar de ser mais freqüentemente encontrado em mulheres, ele também pode ocorrer em homens. Corresponde à principal causa......
Comer amendoim com frequência faz bem para o coração, diz estudo04/Mar/201504/03/15há 11 anos Quarta-feira, 04 de Março de 201504/03/2015Consumir amendoim, ainda que seja em pequenas quantidades, ajuda a reduzir a mortalidade causada por problemas cardiovascularesOs amendoins estão vinculados a uma diminuição da mortalidade geral entre 17% e 21% e uma diminuição de 23% a 38% das disfunções por doenças cardiovasculares, segundo os autores do estudo divulgado na......